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Por debaixo dos escombros

Eu

        Toca o despertador, é o horário do remédio que eu por sorte já havia tomado. Sorte mesmo, por que eu sou péssima em tomar remédio e lidar com a hora assim tão precisa. Eu que não estava aqui nem lá. Não estava no espaço do meu quarto, senão no espaço do meu próprio corpo.
        Às vezes buscamos respostas dentro de nós sem saber como, mas a gente continua se perguntando, se confrontando, se exigindo. A resposta não vem. Ao menos pra mim. Talvez dentre todas as vezes em que fiz isso, tive um total de zero respostas. Eu não sou boa nem para me atender no tempo certo, ao menos no tempo em que me angústia deseja.
      Eu que não estava aqui nem lá, mas habitando precisamente meu próprio corpo consegui por uns instantes não pensar. Algo me fazia,  hoje, desacelerar. A cabeça pulsa, o corpo repentinamente cansa e a voz some em plena segunda-feira. "Quantas vezes você vai fingir que não dói"? Foi a frase que me veio agora ao reviver isso enquanto escrevo. Ao invés do…

NOVA CASA !

Saldo co carnaval: descobri o que eu amo e detesto no mundo das maquiagens!

Nem grande nem pequeno: sonhar não tem tamanho

31/365 com êxito: dias de lutas dias de glória.

O que eu aprendi sobre empatia

Gratidão: aquilo que- provavelmente- ninguém te contou.

2018: menos fanatismo e mais admiração

Projeto vamos fazer acontecer: segundo semestre 2017

Especial de Natal: sobre a importância de acreditar.